Refere-se o significado que a CP atribui ao vocábulo TUNEL e justifica-se que, segundo esse conceito, existem na Rede Ferroviária Portuguesa 117 geocavidades lineares com comprimento acumulado de cerca de 28 km. Expõe-se para aqueles túneis, maioritariamente construidos no século XIX, a idade aproximada, o valor to investimento e a sua localização regional e geológica. Descreve-se o método construtivo mais generalizado na sua abertura – método belga – pondo-se em evidência que ele, tal como praticado no século passado, contribuiu de forma brutal para o envelhecimento prematuro daquelas estruturas subterrâneas. Citam-se as principais anomalias existentes nos túneis da CP, aliás todas elas consequência do método clássico empregue. Salienta-se que no universo dos túneis ferroviários antigos, dispersos por vários pafses, incluíndo os da CP, ocórrem avarias do mesmo tipo, fazendo-se a justificação deste facto através da análise das sequelas provocadas pelos métodos clássicos construtivos
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