A exploração de carvão utilizando um método sem enchimento, provoca a fracturação do maciço rochoso sobrejacente, induzindo subsidência à superfície. As fracturas à superfície são controlados pelos contactos geológicos, falhas, características de resistência do maciço rochoso e profundidade de exploração. Localizando-se a mina de carvão de Germunde numa zona povoada, a metodologia usada para quantificar os danos nas habitações, baseou-se na classificação dos edifícios, consistindo na atribuição de uma pontuação reveladora do tipo de construção, estado de manutenção e proximidade de fracturas. Os edifícios foram agrupados em classes segundo o seu grau de perigosidade, o que permitiu delinear uma estratégia para minimizar os prejuízos socio-económicos e ambientais.
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