Resistência Ao Corte De Zonas De Corte Pré-Formadas Submetidas A Carregamento Rápido – Implicações Praticas.

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Resistência Ao Corte De Zonas De Corte Pré-Formadas Submetidas A Carregamento Rápido – Implicações Praticas.
Lemos, Luís Joaquim Leal
Departamento de Engenharia Civil – FCTUC
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Resumo:

O artigo apresenta os resultados de uma investigação laboratorial, utilizando o aparelho de corte rotativo, no estudo da influência da velocidade de corte na resistência ao corte residual. As zonas de corte foram formadas através do corte numa condição drenada, a baixas velocidades, e seguidamente ensaiadas de forma alternada a altas e baixas velocidades. Durante as altas velocidades de corte foi identificado: um aumento imediato da resistência ao corte; um aumento posterior até um valor máximo de resistência; a resistência ao corte observou seguidamente um decréscimo até um mínimo – a “resistência residual a altas velocidades”. Três tipos de efeitos na “resistência residual a altas velocidades” foram identificados: o efeito positivo; o efeito nulo; e o efeito negativo. Durante as velocidades de corte elevadas foi observada a perturbação do alinhamento das partículas de argila na zona de corte. As causas do efeito negativo das altas taxas de deformação foram investigadas e um possível mecanismo é sugerido. São avançadas algumas implicações práticas destes resultados no contexto das velocidades de deformação pós-rotura de taludes sob acções dinâmicas ou não.

Referência: 

7º Congresso Nacional de Geotecnia, (2000), Vol. 1, pp. 779-793

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Tema: Taludes e Obras de Suporte
Tipo: Congresso