Pretende-se contribuir para a clarificação da quantificação dos coeficientes parciais de segurança associados às acções, na verificação da segurança das fundações aos Estados Limites Últimos, em particular da sua relação com os valores adoptados no cálculo estrutural. Resume-se a experiência existente até ao momento neste tipo de verificação de segurança em fundações, salientando-se em especial, a evolução dos valores propostos para os coeficientes parciais na Dinamarca e no Canadá. Através de exemplos, é posta em causa a diferenciação entre os valores dos coeficientes parciais dos elementos estruturais e das fundações, e igualmente das fundações isostáticas e hiperstáticas. Conclui-se pela necessidade de se desenvolver um esforço conjunto importante, entre estruturalistas e geotécnicos, no sentido de se chegar a um consenso para a implementação de um desejável processo de verificação global, coerente e de simples aplicação, comportando a estrutura e as suas fundações.
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