Actualmente, são cada vez mais importantes a sustentabilidade (ST) das actividades humanas e o desenvolvimento sustentável (DS). O DS foi assumido no Princípio 3 da Declaração do Rio de Janeiro (1992), como “o desenvolvimento que satisfaz as necessidades das gerações presentes sem comprometer as possibilidades das gerações futuras para atender as suas próprias necessidades”. As obras geotécnicas também devem ser desenvolvidas nessa perspectiva, ou seja, em equilíbrio com os quatro componentes do ambiente (ar, água, seres vivos e solo/rocha), o qual é possível alcançar através da aplicação de tecnologias limpas, dos princípios da eco-eficiência e uma adequada gestão ambiental, garantindo que as obras tenham elevada permanência no tempo, para o benefício da humanidade, no presente e no futuro.
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