Nesta comunicação descreve-se uma estação do Metropolitano de Lisboa, que consiste numa grande cavidade com 22,5m de vão e cerca de 133m de comprimento. A estação desenvolve-se ao longo de formações do Miocénico com cobertura recente, foi executada em subterrâneo, de acordo com um método sequencial com o recurso ao uso de betão projectado e de outros meios de suporte. Durante a construção, foi estabelecido um programa de observação para avaliar a estabilidade das diferentes fases de escavação e detectar eventuais comportamentos anómalos em edifícios localizados num dos extremos da estação. Foram efectuadas análises numéricas para a interpretação do comportamento observado da estrutura subterrânea e da sua interacção com edifícios na vizinhança.
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