A estimativa do coeficiente de consolidação edométrica em ensaios laboratoriais é tradicionalmente realizada por recurso aos métodos de Taylor e de Casagrande. Os métodos alternativos disponíveis – de entre os quais se citam o método da velocidade e o método de ajustamento hiperbólico – recolhem uma menor preferência, devido, por um lado, à maior complexidade de formulação e, por outro, à menor divulgação. Julga-se que a relevância da estimativa do tempo de consumação da consolidação primária justifica uma análise aprofundada da incerteza associada a estes métodos, como preâmbulo de uma caracterização estatística dos resultados do ensaio edométrico. Assim, nesta comunicação resumem-se os fundamentos daqueles métodos e avalia-se a incerteza inerente a cada método.
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