Avaliação Das Condições De Estabilidade Do Talude De Aterro Sito Ao Km 21+750 Da Autoestrada A1 E Do Muro De Espera Da En10

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Avaliação Das Condições De Estabilidade Do Talude De Aterro Sito Ao Km 21+750 Da Autoestrada A1 E Do Muro De Espera Da En10
Chitas, Pedro(1); Santos, Jaime(1); Lopes, Isabel(1); Almeida, Fábio(1); Fonseca, António(1); Barradas, João(2); Salgado, Francisco(2); Sousa, Arlindo(2); Baptista, Maria Dora(3); Gonzalez, Isabel(4); Martins, Joana(4)
(1)TPF Planege Cenor, Lisboa, Portugal; (2)Laboratório Nacional de Engenharia Civil, Lisboa, Portugal; (3)Ex-Brisa Gestão de Infraestruturas, Lisboa, Portugal; (4)Brisa Gestão de Infraestruturas, Lisboa, Portugal
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Resumo:

O Sublanço Sacavém – Vila Franca de Xira da A1, foi concluído no ano de 1964. Pouco tempo decorrido após a abertura ao público deste sublanço da autoestrada, ocorreu um escorregamento importante do talude ao km 21+700, que levou à realização de trabalhos significativos com vista à estabilização da zona, caracterizada pela presença de um muro de espera na base do aterro, dada a proximidade da EN10. Estes trabalhos revelaram-se insuficientes, tendo havido a necessidade de realizar diversas intervenções importantes ao longo das últimas quatro décadas, entre as quais se destaca a execução de uma cortina de estacas ancorada que atualmente contém a A1 entre o km 21+750 e o km 21+900. Contudo, e no seguimento da monitorização do talude pelo LNEC, constatou-se que a zona continuou a ter um comportamento anómalo. Previamente ao desenvolvimento de novo projeto para a estabilização do talude, procedeu-se à compilação dos dados existentes de prospeção e observação, à caracterização dos geomateriais e dos elementos e estruturas de suporte existentes. Nesta comunicação apresenta-se a metodologia usada neste trabalho inicial, que permitiu a identificação de dois mecanismos de instabilidade. O primeiro mecanismo traduz-se na instabilidade superficial dos aterros, caracterizando-se por superfícies potenciais de rotura com uma profundidade da ordem de 2 a 3 m; no segundo mecanismo, mais profundo, a banda de distorção ocorre a cerca de 8 a 11 m de profundidade, envolvendo uma superfície potencial de rotura que, numa dada zona, intersecta a A1.

Referência: 

16º Congresso Nacional de Geotecnia, (2018)

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Tema: Encostas e taludes
Tipo: Congresso