Perante os avanços tecnológicos das últimas décadas, principalmente das últimas duas, com a massificação da internet associado também à diminuição de custos de produção dos equipamentos, a instrumentação geotécnica passa por um processo de transformação contínuo do analógico para o digital. Porém, o avanço das tecnologias e metodologias para instalação, leitura e aquisição de dados resultantes dos instrumentos levaram a uma desconsideração, cada vez maior, do papel do fator humano em todo o processo desde a fase de negociação com o contratante, passando pelo projeto até à implementação em campo e posterior acompanhamento. Este artigo tem como objetivo principal destacar a importância do fator humano, como este permanece relevante apesar de todas as inovações tecnológicas e a sua influência na qualidade final de um projeto de instrumentação geotécnica.
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